O Banco de Brasília (BRB) exige o pagamento de R$ 978,3 mil em créditos consignados e R$ 799 mil em empréstimos pessoais do ex-presidente da instituição, Paulo Henrique Costa. As parcelas estão pendentes desde o afastamento e a demissão do executivo em novembro, em meio a investigações relacionadas ao Caso Master no Distrito Federal.
A Dívida Acumulada do Ex-Presidente do BRB
A cobrança totaliza um montante significativo, superando R$ 1,7 milhão em débitos atribuídos a Paulo Henrique Costa. Os valores incluem créditos consignados, que somam R$ 978,3 mil, e empréstimos pessoais, que atingem R$ 799 mil. Essas obrigações financeiras se tornaram inadimplentes após a saída do executivo do comando do BRB.
Origem dos Débitos e o Contexto do Caso Master
As parcelas ficaram em aberto a partir de novembro, mês em que Paulo Henrique Costa foi afastado e subsequentemente demitido da presidência do Banco de Brasília. A medida ocorreu no contexto de uma investigação que o vincula ao Caso Master, um inquérito de grande repercussão no Distrito Federal. A inadimplência, portanto, coincide com um período de instabilidade institucional e de apuração de condutas.
Desdobramentos e o Futuro da Cobrança do BRB
A ação de cobrança do BRB reflete a busca por ressarcimento de valores que impactam diretamente as finanças do banco. Este movimento sublinha a postura da instituição em reaver fundos considerados devidos, independentemente da posição que o devedor ocupou. O desdobramento dessa dívida do ex-presidente Paulo Henrique Costa será acompanhado de perto, tanto pelo sistema financeiro quanto pela sociedade do Distrito Federal.

