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Juízes e procuradores formam frente em defesa da legitimidade do sistema de votação

Na última sexta-feira, diversas entidades jurídicas brasileiras se reuniram para reafirmar sua total confiança no sistema eletrônico de votação do Brasil. A manifestação pública surge em um momento delicado, após o candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), derrotado no segundo turno, ter questionado a legitimidade do resultado das eleições, não o reconhecendo.

O movimento é liderado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que destaca a importância da aceitação do veredito popular como um dos pilares fundamentais do Estado democrático de direito. A nota pública enfatiza que a superação de divergências políticas ou partidárias é essencial para a continuidade da democracia.

Além de elogiar a dedicação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos profissionais que organizaram as eleições de 2026, as entidades assinalam que a harmonia e a independência entre os três poderes da República são vitais. A soberania nacional e a liberdade de escolha da população brasileira devem ser respeitadas de acordo com os princípios estabelecidos na Constituição Federal.

O manifesto conta com a assinatura de importantes instituições, incluindo:

  • AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros)
  • Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil)
  • Conamp (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público)
  • Amagis-DF (Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios)
  • Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho)
  • ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República)
  • ANPT (Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho)
  • ANMPM (Associação Nacional do Ministério Público Militar)
  • Atricon (Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil)
  • Anadep (Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos)

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